quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Eu, por mim mesmo

Nome: Bruno. Porquê? Não sei, meu pai escolheu, registrou sem perguntar a opinião de ninguém e nunca explicou o motivo da escolha. Simples assim. Significado: Moreno, escuro, não é lá grande coisa, mas é um bom nome. Lançado ao mundo aos 28 dias de junho do ano de 1982, canceriano, saudosista, super-protetor e emotivo. Saudades, aliás, tenho muita, saudade de amigos que estão longe, de amigos que nunca mais verei, das festas de final de ano com a família, da bagunça do colégio e dos tempos de faculdade. Talvez seja por esse saudosismo que a fotografia seja uma das minhas paixões, porque fotografar é congelar um momento, é escrever com a luz, e olhar uma fotografia é recordar, é quase como que uma viagem ao passado. Gosto de história e sonhava em ser professor, as vezes este sonho ainda me volta à cabeça. Idade: 26 anos, mas gostaria de poder voltar aos 17. Peso: uns bons 90 kg (precisam ser diminuídos). Altura: 1,82. Formado em Relações Públicas, aprendi minhas mais importantes lições fora da escola. Humildade, honestidade, educação, lealdade e bom senso não se aprendem em sala de aula. Costumo dormir mais tarde do que devo e acordar mais cedo do que gosto, e ainda assim acho que tenho muito o que fazer em uma só vida. Gosto de comer bem, como muita carne, deveria comer menos, como poucas frutas, deveria comer mais. Não bebo por opção, embora alguém sempre tente testar o meu limite seja com pedidos insistentes, seja com gracinhas e sarros, para os quais eu nunca liguei. Gosto da rua tanto quanto gosto do meu quarto, gosto de estar com os amigos, mas as vezes preciso ficar só. Sou capoeirista de coração, visto que a muito tempo que não entro numa roda, e a última vez que entrei apanhei bonito, mas como diz a cantiga “Na vida se cai se leva rasteira, quem nunca caiu não é capoeira”. Costumava jogar futebol, era goleiro e dos bons. Atualmente jogo como zagueiro deixando o gol para os mais velhos. (Nada pessoal Fábião). Apesar dos acidentes nos quais me envolvi e que alguns amigos são testemunhas, gosto de pedalar. Sozinho, sem conversa e sempre escutando música. Música, gosto do bom e velho rock’n’ roll, e gosto muito de música clássica, gosto este que tomei de tanto ouvir minha avó e minha mãe escutarem. Por falar em música prefiro fones de ouvido a caixas de som, DVD à cinema, verão à inverno. Romances? Sim, os tive. Relacionamentos? Bem poucos. Se fui um bom namorado? Duvido que alguém diga que não. Adoro cachorros, apesar das cicatrizes que tenho por conta de um que moredeu aos 10 anos de idade. Tenho uma Pastora linda chamada Naomi que chora na minha janela todo dia quando eu chego em casa, não importando o horário nem o humor e ainda que de madrugada sempre me recebe com os olhos brilhando e um notório sorriso no focinho mais lindo deste mundo. Gosto de cozinhar, mas tenho muito mais vontade do que conhecimento prático ou teórico, por isso prefiro que lavem a louça depois que eu terminar. Sou Guarani desde criança, primeira e única paixão, apesar da fase não ser das melhores, hoje e sempre Guarani. Se pudesse voltar atrás, faria tudo praticamente da mesma maneira, com excessão de uma ou duas coisas.

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